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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Semana Nacional da Família



         
 A Semana Nacional da Família será celebrada de 10 a 16 de agosto.
          O tema central deste ano é "A espiritualidade cristã na família: um casamento que dá certo", que propõe a prática espiritual do casal e em família. O evento é motivado pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar.
          Convidamos todos os paroquianos e a família ECC em especial, para participar dos eventos programados pela Pastoral Familiar de nossa paróquia:
09.08.2014 – 19:30 hs  -  Missa dos Pais – Igreja Matriz
14.08.2014 -  20:00 hs  -  Palestra  -  Salão Paroquial
                              “A Espiritualidade Cristã na Família: Um casamento que dá certo”
                                         Palestrante: Pe. Deyvs
 16.08.2014 – 19:30 hs  -  Missa de encerramento
               No dia 20 de agosto, Dia Nacional da Família, missa de ação de graças celebrada por Dom Fernando Saburido, Arcebispo de Olinda e Recife, às 20:00 na Igreja Madre de Deus.
    Pastoral familiar

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Semana Nacional da Família



Artigo de reflexão do Pe. Wladimir Porreca, assessor nacional da Pastoral Familiar da CNBB
Pe. Wladimir Porreca*
BRASILIA, segunda-feira, 13 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família oferece para a Semana nacional da Família 2012 o subsídio “Hora da Família” 2012 para ser um instrumento eficaz, para ser usado durante todo o ano, em especial, na Semana Nacional da Família, para introduzir a reflexão e celebração sobre o tema da família na dimensão do trabalho e na festa.
Este periódico “Hora da Família” foi elaborado a partir das catequeses do Encontro Mundial das Famílias com o Papa Bento XVI em Milão, nos dias 30 de maio a 03 de junho, em Milão na Itália.
Família, trabalho e festa são um trinômio que começa com a família, para compartilhá-la com o mundo. O trabalho e a festa são modos através dos quais a família ocupa o “espaço” social e vive o “tempo” humano. O tema coloca em evidência o casal homem- mulher junto ao seu estilo de vida: o modo de viver os relacionamentos (a família), de habitar o mundo (o trabalho) e de humanizar o tempo (a festa). O objetivo do tema é pensar na família como patrimônio da humanidade sugerindo, assim, a ideia que a família é patrimônio de todos, e que ao mesmo tempo contribui universalmente para a humanização da existência.
O nosso periódico é um instrumento para que, por meio de reuniões familiares e de grupos, em todos os ambientes, se aprofunde a reflexão sobre o valor único e próprio da família e o grande bem que ela representa para cada pessoa e para a sociedade. Com as reflexões a partir do tema do Encontro Mundial da Família : FAMÍLIA: TRABALHO E FESTA, é dividido em três grupos, conforme a sequência a família (A família gera a vida, A família e a superação das dificuldades, A família geradora de uma sociedade justa e fraterna ), o trabalho (O trabalho  na família, O trabalho, recurso para a família, O trabalho, desafio para a família) e a festa (A festa, tempo para a família, A festa, tempo para o Senhor, A festa, tempo para a comunidade) e introduzidas por uma catequese sobre o estilo de vida familiar (O segredo de Nazaré), os temas desejam iluminar a união entre a vivência familiar e a vida quotidiana na sociedade e no mundo pelo trabalho e pela festa.
Mesmo que cada encontro traga um tema e textos específico focados na temático do Encontro Mundial da Família, contudo as famílias e grupos sintam-se livres para ampliar ou mesmo criar outros temas que possibilitem a família celebrar o trabalho e a festa, através de iniciativas próprias, como palestras, encontros, seminários de estudos e fóruns de debates.
O subsídio “Hora da Família” servirá para introduzir a reflexão e celebração sobre o tema da família na dimensão do trabalho e na festa. É recomendável que se formem grupos de famílias vizinhas, de uma comunidade, de uma quadra, rua, escola, grupos de oração, grupos de reflexão, de ambientes de trabalho, de escolas e outros.
É importante promover reuniões que agrupem todos os membros da família, desde as crianças até aos mais idosos e que todos se sintam valorizados. Que haja momentos de reflexão e celebração e também momentos alegres e festivos. Que não haja excluídos e/ ou desvalorizados.
São de grande valor as celebrações da Eucaristia, cultos ecumênicos, bênçãos das casas. Também é oportuno dar destaques especiais, como: celebrar as “Bodas de Prata” ou “Bodas de Ouro” de casais que as comemoram ao longo do ano, legitimar casamentos; renovação das compromissos matrimoniais numa das celebrações durante Semana Nacional da Família; valorizar os idosos na família; promover noites de talentos com os jovens e crianças. Enfim, valorizar todos os laços familiares nas celebrações. Para isso, é importante estabelecer proximidade com as equipes de liturgia, catequese, dimensões missionária, jovens, ecumênica e outras.
Ainda, como sugestões, destacamos as celebrações conjuntas precedidas de carreatas e com grandes concentrações; missas de abertura e de encerramento da Semana Nacional da Família nas Catedrais, nos Estádios, Ginásios de Esportes, Setores, Áreas, Vicariatos, Foranias, Paróquias e outras.
Um dos grandes desafios da Semana Nacional da Família será de valorizar a presença dos filhos, dos jovens, como propósito de preparação para a Jornada Mundial da Juventude que vai acontecer no Rio de Janeiro em 2013.
*Dr. Pe. Wladimir Porreca é padre da Diocese de São João da Boa Vista/SP, psicoterapeuta e doutor em psicologia(USP) e serviço social (UNESP) e  pesquisador da temática Família.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Proposta da Igreja para Pastoral Familiar

Em Aparecida, os bispos disseram:
"Para tutelar e apoiar a família, a pastoral familiar pode estimular, entre outras, as seguintes ações:
a) Comprometer de uma maneira integral e orgânica às outras pastorais, os movimentos e associações matrimoniais e familiares a favor das famílias.
b) Estimular projetos que promovam famílias evangelizadas e evangelizadoras.
c) Renovar a preparação remota e próxima para o sacramento do matrimônio e da vida familiar com itinerários pedagógicos de fé.
d) Promover, em diálogo com os governos e a sociedade, políticas e leis a favor da vida, do matrimônio e da família.
e) Estimular e promover a educação integral dos membros da família, especialmente daqueles membros da família que estão em situações difíceis, incluindo a dimensão do amor e da sexualidade.
f) Estimular centros paroquiais e diocesanos com uma pastoral de atenção integral à família, especialmente aquelas que estão em situações difíceis: mães adolescentes e solteiras, viúvas e viúvos, pessoas da terceira idade, crianças abandonadas, etc.
g) Estabelecer programas de formação, atenção e acompanhamento para a paternidade e a maternidade responsáveis.
h) Estudar as causas das crises familiares para encará-las em todos os seus fatores.
i) Continuar oferecendo formação permanente, doutrinal e pedagógica para os agentes de pastoral familiar.
j) Acompanhar com cuidado, prudência e amor compassivo, seguindo as orientações do Magistério, os casais que vivem em situação irregular, conscientes que os divorciados e casados novamente não são permitidos comungar. Requerem-se mediações para que a mensagem de salvação chegue a todos. É urgente estimular ações eclesiais, com um trabalho interdisciplinar de teologia e ciências humanas, que ilumine a pastoral e a preparação de agentes especializados para o acompanhamento destes irmãos.
k) Diante das petições de nulidade matrimonial, fazer com que os Tribunais eclesiásticos sejam acessíveis e tenham uma correta e rápida atuação.
l) Ajudar a criar possibilidades para que os meninos e meninas órfãos e abandonados consigam, pela caridade cristã, condições de acolhida e adoção e possam viver em família.
m) Organizar casas de acolhida e um acompanhamento específico para socorrer com compaixão e solidariedade ás meninas e adolescentes grávidas, ás mães "solteiras", os lares incompletos.
n) Ter presente que a Palavra de Deus, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, solicita-nos uma atenção especial em relação às viúvas. Procurar uma maneira para que elas recebam uma pastoral que as ajude a enfrentar esta situação, muitas vezes de desamparo e de solidão." (DAp 437).