sexta-feira, 25 de setembro de 2009

REZAR O ROSÁRIO FAZ BEM À ALMA



Havia uma senhora muito simples que vendia verduras na vizinhança.
Certo dia, Dona Joana, conhecida por todos na vizinhança, foi vender suas verduras na casa de uma pessoa fanática
e perdeu o terço no jardim da casa dele.
Passado alguns dias, Joana voltou novamente àquela casa. E a pessoa fanática veio logo zombar de Joana, e dizia para ela: - Você perdeu o seu Deus? Ela humildemente respondeu: - Eu, perder o meu Deus? Nunca! Ele, então pegou o Terço e disse: - Não é este o seu Deus? Ela disse: - Graças a Deus o senhor encontrou o meu Terço. Muito obrigada. Ele disse: "- Por que você não troca este cordão com estas sementinhas pela Bíblia? e completou: Isso é IDOLATRIA. Ela suavemente respondeu: - Eu leio a Bíblia todos os dias e rezo o terço, e com o terço eu medito toda a Palavra de Deus que li e a guardo no coração. Ele disse: - Medita a palavra de Deus? Como assim? Poderia me dizer? Respondeu Joana, pegando o Terço: - Posso sim. Quando eu pego a cruz, lembro-me que o filho de Deus deu todo o Seu Sangue, pregado numa cruz, para salvar
a humanidade.
Esta primeira conta grossa, me lembra que há um só Deus onipotente. Estas três contas pequenas me lembram as três pessoas da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Essa outra conta grossa me faz lembrar a oração que o Senhor mesmo nos ensinou que é o Pai Nosso. O terço tem cinco mistérios que fazem as cinco chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo cravado na cruz, e a cada mistério
tem dez Ave-Maria, que me fazem lembrar os Dez mandamentos que o Senhor mesmo escreveu na tábua de Moisés.
O Rosário de Nossa Senhora tem quinze mistérios que são: os cinco gozosos, os cinco dolorosos e os cinco gloriosos. De manhã, quando me levanto para iniciar a luta do dia rezo os gozosos, lembrando-me do humilde lar de Maria de Nazaré. Ao meio dia, no meu cansaço e na fadiga do trabalho, eu rezo os mistérios dolorosos, que me fazem lembrar a dura
caminhada de Jesus Cristo para o calvário;
Quando chega o fim do dia, com as lutas todas vencidas, eu rezo os mistérios gloriosos, que me fazem lembrar que Jesus
venceu a morte para dar a salvação a toda humanidade.
E temos ainda os mistérios luminosos, OS MISTÉRIOS DA LUZ. E agora, me diga onde está a IDOLATRIA? Ele depois de ouvir tudo isso disse: - Eu não sabia disso, Joana. você me ensina a rezar o Terço?
Amados a oração é o caminho que nos aproxima de Deus.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O valor de um vaso



Um jovem servo foi condenado à forca,
por ter quebrado um vaso de procelana
de uma preciosa coleção que pertencia à família real.

Consternado, um velho sábio procurou o príncipe
e prometeu fazer todos os vasos voltarem a ser iguais,
em troca do perdão ao servo.

Curioso, o príncipe concordou e o ancião,
na mesma hora, espatifou com seu bastão,
os outros dez vasos.

O sábio subiu ao cadafalso no mesmo dia, mas,
antes de ser levantado, declarou:
"Sou velho e morro tranquilo.
Salvo a vida de dez jovens que, um a um,
morreriam, a cada vez que um
daqueles vasos fosse quebrado".


Conto chinês

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

PARA SERES FELIZ EM TUA VIDA

1º) Nenhuma manhã, sem orar;
2º) Nenhum trabalho, sem boa intenção;
3º) Nenhuma alegria, sem render graças a Deus;
4º) Nenhuma falta, sem arrependimento;
5º) Nenhum sofredor, sem consolação;
6º) Nenhum verdadeiro pobre, sem auxílio;
7º) Nenhuma dor, sem paciência e resignação;
8º) Nenhum lugar, sem te lembrares que Deus te vê;
9º) Nenhuma injúria, sem perdoardes de coração;
10º) Nenhuma refeição, sem oração;
11º) Nenhuma falta ao próximo, sem desculpar;
12º) Nenhum divertimento bom, sem limite;
13º) Nenhuma noite, sem exame de consciência;
14º) Nenhum dia, sem progresso no bem;
15º) Nenhum amor, sem o amor de Deus.


(autor desconhecido)

FALANDO DE CATEQUESE: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES



Este mês, dia 09/09 perdemos um dos baluartes da catequese do NE2, a simples, humilde, pura de coração e dedicada, Irmã Visitatio, a Catequista Itinerante, como ela própria se denominava. Ainda no dia 30/08, perto de ir para o Pai, deixou uma mensagem para os Catequistas onde insistia sobre a formação. Isto nos fez pensar quanto ela ensinou a nós, que somos catequistas em Casa Forte, em seus encontros, conversas e o “Data Chão”, cartazes que ela ia espalhando pelo chão, à medida que desenvolvia seus encontros.
Em Casa Forte temos uma Catequese de Crianças e Pré Adolescentes organizada, segundo os Documentos e Diretrizes da Igreja e se atualizando com o passar dos anos. É uma Catequese em constante desenvolvimento e sem preconceitos. Recebemos Crianças e Pré-Adolescentes tanto de Classe Média como de nossas comunidades. Quem consulta o site da Paróquia ou o blog da Catequese, já pode observar como nós trabalhamos atingindo não só os catequizandos, mas, também seus pais. Há um programa de formação de Catequista, pelo qual já passaram vários orientadores: Gustavo Castro, Aderson Viana, PE Claudio Sartori, Irmã Visitatio, entre outros (além do nosso Vigário.)
No Centro Catequético do Poço da Panela os catequizandos têm os seus Encontros no próprio local onde residem, porque há condições físicas para isto. Com relação aos outros Centros isto não é possível pela ausência ou precariedade de ambiente físico para os Encontros (barulho, pouco espaço) o que vem a distrair os catequizandos. Mas, o que nos é possível realizar, o fazemos com compromisso e amor, durante todos os sábados do ano. Os catequizandos após os Encontros participam ativamente da Celebração Eucarística preparada especialmente para eles.
E é assim que vivenciamos a nossa Pastoral, recebendo crianças a partir de seis anos que só fazem sua Primeira Eucaristia quando completam 10 anos, ficando conosco mais ou menos 2 anos na Perseverança para daí participarem do Encontro de Adolescentes.
Alertamos aos pais: não se descuidem, vocês são os primeiros e principais Catequistas. A Fé é transmitida junto com o leite materno!
Estamos à disposição de todos para quaisquer esclarecimentos ou para fazerem parte de nossa Pastoral.
Deus nos abençoe!
Maria Pompéa Castelo Branco da Bôa-Viagem (pela Catequese Paroquial)

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A família e seus símbolos

Tão prioritária é a família na vida da pessoa, da sociedade e da Igreja, que nos servimos de símbolos para avaliar e explicar sua centralidade. Vamos aqui nos ocupar com alguns símbolos, provavelmente os mais conhecidos, porém muito significativos e iluminadores, para que a família recupere sua credibilidade e seu primado.

1. Família, nossa “primeira pátria”. É nosso primeiro chão, nossa identidade original, nossa casa. Nela somos gerados, cuidados, educados como cidadãos e dela recebemos as condições para a convivência pública e as virtudes sociais. Sem a família, primeira pátria, não teremos a segunda pátria, a comunidade nacional, o povo, a nação. A família é a primeira sociedade natural. Está no centro da vida social.

2. Família, nosso “segundo útero”. Entendemos por segundo útero, a educação, cultura, valores que recebemos na família. Ela é o útero cultural, educacional, espiritual, religioso, ali nascemos para a convivência humana e recebemos as condições para sermos pessoas centradas, civilizadas, humanizadas, amadurecidas.

3. Família, “patrimônio da humanidade”. Todos os povos têm a família como instituição, organização e patrimônio social. È a mais antiga instituição social com a função procriativa, econômica, educativa e afetiva. Pela alteridade, reciprocidade e complementariedade a família é o primeiro lugar de nossa convivência humana. É a primeira sociedade natural, uma comunidade natural, um patrimônio da humanidade.

4. Família, “tesouro dos povos”. É a maior riqueza da pessoa e da sociedade, porque gera a vida, facilita o relacionamento, é escola de “comunhão com os outros e de doação aos outros”. Nela recebemos as primeiras noções a respeito do amor, do bem, da verdade, dos valores. Nela aprende-se ser pessoa.

5. Família “ninho da vida”. A família está a serviço da vida. A vida é concebida, gerada, nascida, desenvolvida, amada, amadurecida na família. Ninho é símbolo de calor humano, do afeto, do cuidado, significa também abrigo e proteção da vida. Na família se desenvolve a “ecologia humana”.

6. Família “berço de vocações”. Na família as vocações e as profissões têm sua origem, motivação, incentivo. A família que cultiva a espiritualidade, participa da comunidade, respeita as vocações, educa para os valores e ensina as limitações, torna-se berço de vocações e de profissões.

7. Família “sacrário da fé”. O sacramento do matrimônio, a educação e vivência da fé fazem da família o sacrário da fé onde os pais transmitem para as novas gerações o tesouro da fé. É preciso falar de Deus aos filhos, ensinar religião e praticar a oração. Tudo isso colabora para a serenidade, motivação e educação dos filhos. A espiritualidade familiar defende nossos lares dos ataques do mal.

8. Família, “igreja doméstica”. É a primeira comunidade religiosa, onde os pais são sacerdotes pelo batismo, são os primeiro catequistas. A família é uma comunidade de vida, de amor e de fé. Nossas casas são também santuários.

9. Família “santuário do amor”. A Palavra de Deus ensina que “não é bom o homem estar só” (Gn 2,18). O fundamento da família é a união entre um homem e uma mulher, no sacramento do matrimonio, para o bem deles mesmos, dos filhos e da sociedade. Como aliança de amor, comunidade de amor a família é a realização das pessoas no amor em distintas experiências: amor conjugal, amor filial, amor fraternal, amor familiar, amor social.

10. Família “escola de valores”, a função educativa, cultural, ética da família tem singular importância. Ela é o primeiro lugar de humanização, célula vital da sociedade, educadora de valores e de limites, promotora das virtudes. Os pais são mestres. Os filhos aprendem imitando. O bem da pessoa e o bom funcionamento da sociedade estão conexos com o bem-estar conjugal e familiar.

11. Família “célula da sociedade”. É a primeira comunidade, portanto, existe antes da sociedade e do Estado e tem direitos próprios e inalienáveis. A sociedade e o Estado estão para a família, ela é a célula do organismo social. Cabe ao Estado defender e proteger a família com políticas públicas efetivas.

Dom Orlando Brandes

do site da pastoral familiar