SÁBADO 08\08 NA QUADRA: Festa do dia dos Pais
Atração BAIANO.
Convidamos todos os casais do ECC Casa Forte para nossa confraternização do dia dos pais, que realizar-se-á na quadra Dom Hélder Câmara (Paróquia de Casa Forte), no dia 08 de agosto de 2009, após a missa da família;
Solicitamos que cada casal traga um prato de comida salgado ou doce e 02 refrigerantes pet, os quais serão colocados em uma única mesa para partilha com todos. A bebida alcoólica fica a critério pessoal. NÃO HAVERÁ NENHUMA COMERCIALIZAÇÃO DE COMIDAS OU BEBIDAS.
Palestra
Semana da família: (9 a 16 de agosto): palestra com Schettini: a esperança da semente – dia 13 de agosto no Rotary às 20h (http://www.luizschettini.psc.com/).
Contamos com a presença de todos!!!
Dirigentes ECC, Pastoral da família e coordenadores de Círculos
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
São João Maria Batista Vianney
São João Maria Batista Vianney
João Maria Batista Vianney sem dúvida alguma, se tornou o melhor exemplo das palavras profetizadas pelo apóstolo Paulo: "Deus escolheu os insignificantes para confundir os grandes". Ele nasceu em 8 de maio de 1786, no povoado de Dardilly, ao norte de Lyon, França. Seus pais, Mateus e Maria, tiveram sete filhos, ele foi o quarto. Gostava de freqüentar a igreja e desde a infância dizia que desejava ser um sacerdote.
Vianney só foi para a escola na adolescência, quando abriram uma na sua aldeia, escola que freqüentou por dois anos apenas, porque tinha de trabalhar no campo. Foi quando se alfabetizou e aprendeu a ler e falar francês, pois em sua casa se falava um dialeto regional.
Para seguir a vida religiosa, teve de enfrentar muita oposição de seu pai. Mas com a ajuda do pároco, aos vinte anos de idade ele foi para o Seminário de Écully, onde os obstáculos existiam por causa de sua falta de instrução.
Foram poucos os que vislumbraram a sua capacidade de raciocínio. Para os professores e superiores, era considerado um rude camponês, que não tinha inteligência suficiente para acompanhar os companheiros nos estudos, especialmente de filosofia e teologia. Entretanto era um verdadeiro exemplo de obediência, caridade, piedade e perseverança na fé em Cristo.
Em 1815, João Maria Batista Vianney foi ordenado sacerdote. Mas com um impedimento: não poderia ser confessor. Não era considerado capaz de guiar consciências. Porém para Deus ele era um homem extraordinário e foi por meio desse apostolado que o dom do Espírito Santo manifestou-se sobre ele. Transformou-se num dos mais famosos e competentes confessores que a Igreja já teve.
Durante o seu aprendizado em Écully, o abade Malley havia percebido que ele era um homem especial e dotado de carismas de santidade. Assim, três anos depois, conseguiu a liberação para que pudesse exercer o apostolado plenamente. Foi então designado vigário geral na cidade de Ars-sur-Formans. Isso porque nenhum sacerdote aceitava aquela paróquia do norte de Lyon, que possuía apenas duzentos e trinta habitantes, todos não-praticantes e afamados pela violência. Por isso a igreja ficava vazia e as tabernas lotadas.
Ele chegou em fevereiro de 1818, numa carroça, transportando alguns pertences e o que mais precisava, seus livros. Conta a tradição que na estrada ele se dirigiu a um menino pastor dizendo: "Tu me mostraste o caminho de Ars: eu te mostrarei o caminho do céu". Hoje, um monumento na entrada da cidade lembra esse encontro.
Treze anos depois, com seu exemplo e postura caridosa, mas também severa, conseguiu mudar aquela triste realidade, invertendo a situação. O povo não ia mais para as tabernas, em vez disso lotava a igreja. Todos agora queriam confessar-se, para obter a reconciliação e os conselhos daquele homem que eles consideravam um santo.
Na paróquia, fazia de tudo, inclusive os serviços da casa e suas refeições. Sempre em oração, comia muito pouco e dormia no máximo três horas por dia, fazendo tudo o que podia para os seus pobres. O dinheiro herdado com a morte do pai gastou com eles.
A fama de seus dons e de sua santidade correu entre os fiéis de todas as partes da Europa. Muitos acorriam para paróquia de Ars com um só objetivo: ver o cura e, acima de tudo, confessar-se com ele. Mesmo que para isto tivessem de esperavam horas ou dias inteiros. Assim, o local tornou-se um centro de peregrinações.
O Cura de Ars, como era chamado, nunca pôde parar para descansar. Morreu serenamente, consumido pela fadiga, na noite de 4 de agosto de 1859, aos setenta e três anos de idade. Muito antes de ser canonizado pelo papa Pio XI, em 1925, já era venerado como santo. O seu corpo, incorrupto, encontra-se na igreja da paróquia de Ars, que se tornou um grande santuário de peregrinação. São João Maria Batista Vianney foi proclamado pela Igreja Padroeiro dos Sacerdotes e o dia de sua festa, 4 de agosto, escolhido para celebrar o Dia do Padre.
João Maria Batista Vianney sem dúvida alguma, se tornou o melhor exemplo das palavras profetizadas pelo apóstolo Paulo: "Deus escolheu os insignificantes para confundir os grandes". Ele nasceu em 8 de maio de 1786, no povoado de Dardilly, ao norte de Lyon, França. Seus pais, Mateus e Maria, tiveram sete filhos, ele foi o quarto. Gostava de freqüentar a igreja e desde a infância dizia que desejava ser um sacerdote.
Vianney só foi para a escola na adolescência, quando abriram uma na sua aldeia, escola que freqüentou por dois anos apenas, porque tinha de trabalhar no campo. Foi quando se alfabetizou e aprendeu a ler e falar francês, pois em sua casa se falava um dialeto regional.
Para seguir a vida religiosa, teve de enfrentar muita oposição de seu pai. Mas com a ajuda do pároco, aos vinte anos de idade ele foi para o Seminário de Écully, onde os obstáculos existiam por causa de sua falta de instrução.
Foram poucos os que vislumbraram a sua capacidade de raciocínio. Para os professores e superiores, era considerado um rude camponês, que não tinha inteligência suficiente para acompanhar os companheiros nos estudos, especialmente de filosofia e teologia. Entretanto era um verdadeiro exemplo de obediência, caridade, piedade e perseverança na fé em Cristo.
Em 1815, João Maria Batista Vianney foi ordenado sacerdote. Mas com um impedimento: não poderia ser confessor. Não era considerado capaz de guiar consciências. Porém para Deus ele era um homem extraordinário e foi por meio desse apostolado que o dom do Espírito Santo manifestou-se sobre ele. Transformou-se num dos mais famosos e competentes confessores que a Igreja já teve.
Durante o seu aprendizado em Écully, o abade Malley havia percebido que ele era um homem especial e dotado de carismas de santidade. Assim, três anos depois, conseguiu a liberação para que pudesse exercer o apostolado plenamente. Foi então designado vigário geral na cidade de Ars-sur-Formans. Isso porque nenhum sacerdote aceitava aquela paróquia do norte de Lyon, que possuía apenas duzentos e trinta habitantes, todos não-praticantes e afamados pela violência. Por isso a igreja ficava vazia e as tabernas lotadas.
Ele chegou em fevereiro de 1818, numa carroça, transportando alguns pertences e o que mais precisava, seus livros. Conta a tradição que na estrada ele se dirigiu a um menino pastor dizendo: "Tu me mostraste o caminho de Ars: eu te mostrarei o caminho do céu". Hoje, um monumento na entrada da cidade lembra esse encontro.
Treze anos depois, com seu exemplo e postura caridosa, mas também severa, conseguiu mudar aquela triste realidade, invertendo a situação. O povo não ia mais para as tabernas, em vez disso lotava a igreja. Todos agora queriam confessar-se, para obter a reconciliação e os conselhos daquele homem que eles consideravam um santo.
Na paróquia, fazia de tudo, inclusive os serviços da casa e suas refeições. Sempre em oração, comia muito pouco e dormia no máximo três horas por dia, fazendo tudo o que podia para os seus pobres. O dinheiro herdado com a morte do pai gastou com eles.
A fama de seus dons e de sua santidade correu entre os fiéis de todas as partes da Europa. Muitos acorriam para paróquia de Ars com um só objetivo: ver o cura e, acima de tudo, confessar-se com ele. Mesmo que para isto tivessem de esperavam horas ou dias inteiros. Assim, o local tornou-se um centro de peregrinações.
O Cura de Ars, como era chamado, nunca pôde parar para descansar. Morreu serenamente, consumido pela fadiga, na noite de 4 de agosto de 1859, aos setenta e três anos de idade. Muito antes de ser canonizado pelo papa Pio XI, em 1925, já era venerado como santo. O seu corpo, incorrupto, encontra-se na igreja da paróquia de Ars, que se tornou um grande santuário de peregrinação. São João Maria Batista Vianney foi proclamado pela Igreja Padroeiro dos Sacerdotes e o dia de sua festa, 4 de agosto, escolhido para celebrar o Dia do Padre.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Aniversariantes do mês de AGOSTO
DIA 03
Baltazar (Baltazar/Marcilene) - nascimento
DIA 04
Rufino (Rufino/Zélia) - nascimento
DIA 15
Assunção (Plácido/Assunção) - nascimento
DIA 19
Lauber (Lauber/Sílvia) - nascimento
DIA 22
Dinho/Didinha - casamento
DIA 23
Emir (Emir/Lúcia) - nascimento
DIA 24
Djailson (Djailson/Fátima) - nascimento
DIA 29
Tânia (Carlos/Tânia) - nascimento
Baltazar (Baltazar/Marcilene) - nascimento
DIA 04
Rufino (Rufino/Zélia) - nascimento
DIA 15
Assunção (Plácido/Assunção) - nascimento
DIA 19
Lauber (Lauber/Sílvia) - nascimento
DIA 22
Dinho/Didinha - casamento
DIA 23
Emir (Emir/Lúcia) - nascimento
DIA 24
Djailson (Djailson/Fátima) - nascimento
DIA 29
Tânia (Carlos/Tânia) - nascimento
sábado, 1 de agosto de 2009
Liturgia do 18º Domingo Comum - 02/08/09
"Eu sou o Pão Vivo"
Nosso coração está sempre insatisfeito
do que é e do que tem... sempre está com fome de algo…
E Deus sempre intervém na vida dos homens,
saciando-nos de toda fome.
Na 1a Leitura, Deus alimenta o Povo no deserto com o MANÁ. (Ex 16,2-4.12-15)
- O povo de Deus está no deserto faminto, a caminho da terra Prometida.
Depois dos primeiros dias de entusiasmo pela liberdade conquistada,
o povo sente a dureza da marcha e a escassez de alimento e de água.
Começa, então, a reclamar de Moisés e Aarão.
No Egito era escravo sim, mas tinha comida em abundância.
E estavam dispostos a trocar a liberdade por um pouco de comida...
- Deus não o abandona, pelo contrário, oferece um alimento inesperado:
o Maná e codornizes para que possam fortalecidos prosseguir a caminhada.
O Maná é sinal de outro alimento, de que nos falará o evangelho...
A 2ª Leitura diz que aquele, que aceita Jesus como o "pão" da vida e adere a ele, deixa de ser homem velho e passa a ser homem novo. (Ef 4,17.20-24)
No Evangelho Jesus se apresenta como o "PÃO DA VIDA",
que desceu do céu para dar vida ao mundo. (Jo 6, 24-35)
Continua o capítulo 6o de João, introduzindo o sermão do pão da vida,
que Jesus pronunciou na sinagoga de Cafarnaum,
onde o povo o encontrou no dia seguinte à multiplicação dos pães…
Entusiasmado com aquele milagre estrondoso, o povo procura Jesus.
Poderia parecer um sucesso... Para Jesus, ao invés, foi um fracasso.
O povo não entendeu o sentido daquele gesto.
- Por que o povo está à sua procura?
Não foi para escutar as suas palavras e aprofundar a sua mensagem,
mas porque comeu pão em abundância e de graça e
esperava continuar tendo o pão garantido sem precisar trabalhar.
1) JESUS: critica essa procura fechada no interesse material e
sugere outra procura: a FÉ.
"Vocês estão me procurando porque comeram e ficaram satisfeitos.
Não busquem o alimento que perece, mas o pão que permanece
até a vida eterna."
Jesus não veio para transformar as pedras em pão,
mas para ensinar que o amor e a partilha produzem pão em abundância.
* Ainda hoje muitos o procuram, esperando alguma graça...
E quando não conseguem...passam para seitas que prometem milagres...
E Nós, quais são os motivos pelos quais procuramos a Cristo ?
2) Povo: "Que devemos fazer para conseguir esse alimento
que permanece até a vida eterna ?" (Apenas "obras boas"?)
Jesus: "Que acrediteis naquele que enviou...": CRER NO ENVIADO.
Crer: só uma adesão intelectual... ou antes uma adesão vivencial?
3) O Povo exige milagres para acreditar. Querem uma fé com garantias.
Não foi suficiente a multiplicação dos pães:
querem um sinal comparável ao de Moisés: Por isso, exigem :
"Que sinal tu fazes para que vejamos e creiamos em ti?"
Jesus: tenta explicar que foi Deus quem deu o Maná,
e que o mesmo Deus envia o novo e verdadeiro pão do céu,
que pode dar a vida verdadeira e sem fim.
4) E o Povo não entende a resposta de Jesus. Está ainda fixo
nos seus interesses materiais imediatos. Por isso, sem entender, pede:
"Senhor, dá-nos sempre desse pão".
Jesus, constrangido, esclarece:
"Eu sou o pão da vida… Quem vem a mim não terá mais fome
e quem crer em mim jamais terá sede".
Cristo, Palavra de Deus, é o único pão do céu que sacia plenamente
nossa fome de felicidade e de paz do homem.
No deserto, o Povo recebeu o Maná, um alimento para prosseguir a caminhada
para a Terra Prometida... mas assim mesmo morreu.
Hoje: Deus alimenta o seu povo com o pão da vida,
com a sua PALAVRA, que é Jesus Cristo de Nazaré...
+ E Nós o que buscamos?
O Povo procurou o pão do milagre, não o seu autor.
Não basta buscar o pão de cada dia.
É necessário buscar o pão que não perece e dura até a vida eterna.
O Pão da vida eterna está presente na bondade, no amor,
na luta pela justiça, na construção de um mundo novo..
O encontro dominical é um momento privilegiado em que Cristo
continua alimentar o seu povo, com sua palavra e seu pão...
Nós aceitamos o convite e estamos aqui nessa celebração à sua procura.
- É uma procura sincera de Deus, animada pela fé,
para um encontro pessoal com Cristo, "Pão da Vida"?
Ou é apenas um encontro social, movido por motivos humanos?
Peçamos que Deus aumente a nossa fé para perceber seus sinais de Deus
e seguir com generosidade seus apelos...
Façamos nosso (no bom sentido) o pedido do povo de ontem:
"Senhor, dá-nos sempre desse pão".
O primeiro domingo de agosto é dedicado à vocação sacerdotal.
Rezemos ao Senhor para que continue enviando sacerdotes
para o serviço da evangelização e da fraternidade.
Que ele continue abençoando e plenificando a vida de todos os sacerdotes,
sobretudo nesse ano sacerdotal.
Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa
do site: www.buscandonovasaguas.com
Nosso coração está sempre insatisfeito
do que é e do que tem... sempre está com fome de algo…
E Deus sempre intervém na vida dos homens,
saciando-nos de toda fome.
Na 1a Leitura, Deus alimenta o Povo no deserto com o MANÁ. (Ex 16,2-4.12-15)
- O povo de Deus está no deserto faminto, a caminho da terra Prometida.
Depois dos primeiros dias de entusiasmo pela liberdade conquistada,
o povo sente a dureza da marcha e a escassez de alimento e de água.
Começa, então, a reclamar de Moisés e Aarão.
No Egito era escravo sim, mas tinha comida em abundância.
E estavam dispostos a trocar a liberdade por um pouco de comida...
- Deus não o abandona, pelo contrário, oferece um alimento inesperado:
o Maná e codornizes para que possam fortalecidos prosseguir a caminhada.
O Maná é sinal de outro alimento, de que nos falará o evangelho...
A 2ª Leitura diz que aquele, que aceita Jesus como o "pão" da vida e adere a ele, deixa de ser homem velho e passa a ser homem novo. (Ef 4,17.20-24)
No Evangelho Jesus se apresenta como o "PÃO DA VIDA",
que desceu do céu para dar vida ao mundo. (Jo 6, 24-35)
Continua o capítulo 6o de João, introduzindo o sermão do pão da vida,
que Jesus pronunciou na sinagoga de Cafarnaum,
onde o povo o encontrou no dia seguinte à multiplicação dos pães…
Entusiasmado com aquele milagre estrondoso, o povo procura Jesus.
Poderia parecer um sucesso... Para Jesus, ao invés, foi um fracasso.
O povo não entendeu o sentido daquele gesto.
- Por que o povo está à sua procura?
Não foi para escutar as suas palavras e aprofundar a sua mensagem,
mas porque comeu pão em abundância e de graça e
esperava continuar tendo o pão garantido sem precisar trabalhar.
1) JESUS: critica essa procura fechada no interesse material e
sugere outra procura: a FÉ.
"Vocês estão me procurando porque comeram e ficaram satisfeitos.
Não busquem o alimento que perece, mas o pão que permanece
até a vida eterna."
Jesus não veio para transformar as pedras em pão,
mas para ensinar que o amor e a partilha produzem pão em abundância.
* Ainda hoje muitos o procuram, esperando alguma graça...
E quando não conseguem...passam para seitas que prometem milagres...
E Nós, quais são os motivos pelos quais procuramos a Cristo ?
2) Povo: "Que devemos fazer para conseguir esse alimento
que permanece até a vida eterna ?" (Apenas "obras boas"?)
Jesus: "Que acrediteis naquele que enviou...": CRER NO ENVIADO.
Crer: só uma adesão intelectual... ou antes uma adesão vivencial?
3) O Povo exige milagres para acreditar. Querem uma fé com garantias.
Não foi suficiente a multiplicação dos pães:
querem um sinal comparável ao de Moisés: Por isso, exigem :
"Que sinal tu fazes para que vejamos e creiamos em ti?"
Jesus: tenta explicar que foi Deus quem deu o Maná,
e que o mesmo Deus envia o novo e verdadeiro pão do céu,
que pode dar a vida verdadeira e sem fim.
4) E o Povo não entende a resposta de Jesus. Está ainda fixo
nos seus interesses materiais imediatos. Por isso, sem entender, pede:
"Senhor, dá-nos sempre desse pão".
Jesus, constrangido, esclarece:
"Eu sou o pão da vida… Quem vem a mim não terá mais fome
e quem crer em mim jamais terá sede".
Cristo, Palavra de Deus, é o único pão do céu que sacia plenamente
nossa fome de felicidade e de paz do homem.
No deserto, o Povo recebeu o Maná, um alimento para prosseguir a caminhada
para a Terra Prometida... mas assim mesmo morreu.
Hoje: Deus alimenta o seu povo com o pão da vida,
com a sua PALAVRA, que é Jesus Cristo de Nazaré...
+ E Nós o que buscamos?
O Povo procurou o pão do milagre, não o seu autor.
Não basta buscar o pão de cada dia.
É necessário buscar o pão que não perece e dura até a vida eterna.
O Pão da vida eterna está presente na bondade, no amor,
na luta pela justiça, na construção de um mundo novo..
O encontro dominical é um momento privilegiado em que Cristo
continua alimentar o seu povo, com sua palavra e seu pão...
Nós aceitamos o convite e estamos aqui nessa celebração à sua procura.
- É uma procura sincera de Deus, animada pela fé,
para um encontro pessoal com Cristo, "Pão da Vida"?
Ou é apenas um encontro social, movido por motivos humanos?
Peçamos que Deus aumente a nossa fé para perceber seus sinais de Deus
e seguir com generosidade seus apelos...
Façamos nosso (no bom sentido) o pedido do povo de ontem:
"Senhor, dá-nos sempre desse pão".
O primeiro domingo de agosto é dedicado à vocação sacerdotal.
Rezemos ao Senhor para que continue enviando sacerdotes
para o serviço da evangelização e da fraternidade.
Que ele continue abençoando e plenificando a vida de todos os sacerdotes,
sobretudo nesse ano sacerdotal.
Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa
do site: www.buscandonovasaguas.com
Retrato do Padre
Mais que os anjos em poder e dignidade, é um homem extraordinário, pela grandeza de sua dedicação a Deus e a seus irmãos.
Sendo como os outros, tem o poder divino em suas mãos, com as quais nos pode abrir as portas do céu...
Moço ainda a Igreja lhe confere o título de presbítero, porque pensa, age com prudência e aconselha como velho.
Quando idoso, recita ainda diariamente: "Irei ao altar de Deus, do Deus que alegra a minha juventude", pois que tem o espírito sempre jovem e o coração a transbordar alegrias joviais...
Sábio nas coisas de Deus, orienta e dirige as consciências, como verdadeira luz que é das almas.
E sendo sábio e culto pelos estudos que tem, se faz simples como as crianças e se faz tudo para todos, a fim de ganhá-los para o reino dos céus...
Pobre, enriquece-se da sabedoria divina, das graças e dons celestes, dos quais ele é o legítimo dispensador...
Rico assim de ciência e santidade, torna-se pobre com os pobrezinhos, chora com os que choram e sofre com os que sofrem...
Forte e firme, levanta-se poderoso para defender os direitos de Deus e da Igreja.
Nem sempre o reconhecemos como se deve, nem o veneramos como merece...
É o homem de Deus e o amigo dos Homens: O Sacerdote
Pe. Antônio
do site: http://www.buscandonovasaguas.com/
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